Guilherme Mannis, maestro

guilherme mannis
regente

"La orquesta brindó un acompañamiento memorable de la mano del director huésped, el brasileño Guilherme Mannis, quien consiguió una sonoridad robusta del ensamble, especialmente en los arcos. Quien esto escribe no recuerda en años recientes una ejecución tan bien lograda de la obra de Beethoven por ambos: solista y orquesta."
Gabriel Rangel / Crítico musical /El Norte
Monterrey, México

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Guilherme Mannis é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) desde 2006, onde tem dividido o palco com artistas como Maria João Pires, Michel Legrand, Nelson Freire, Jean Louis Steuerman, André Mehmari, Emmanuele Baldini, Rosana Lamosa, Wagner Tiso, Amaral Vieira, Eduardo Monteiro, Cristian Budu, entre outros. É considerado pela comunidade nacional como o maestro responsável pela inserção desta orquestra no cenário artístico brasileiro.

Como regente convidado tem dirigido importantes grupos no Brasil e exterior, tais como a Petrobras Sinfônica, Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Bari, Sinfonia Toronto, World Youth Orchestra, Sinfônica de Rosário (Argentina), Sinfônica do Teatro São Pedro, Experimental de Repertório, Sinfônica Heliópolis, Sinfônica do Paraná, Filarmônica do Espírito Santo, Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica da Bahia, Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfônica de Monterrey, Sinfônica de Guanajuato (México), entre outras.

Mannis desenvolveu, ao longo de 11 anos, reconhecido projeto de inserção da Sinfônica do Sergipe no cenário artístico nacional, realçando-se a realização de diversas temporadas anuais, variadas gravações de música brasileira, comissionamento de obras, turnês nacionais, participações em Festivais Internacionais e realização de óperas em concerto, dentre as quais destacam-se Aida, La Bohème e Tosca. Centenas de peças foram executadas pela primeira vez em Aracaju, dentre as quais ciclos completos de obras de Beethoven, Brahms, Schumann, Schubert, Mendelssohn, Mozart, Haydn, entre outros compositores. Galas líricas e grandes peças corais também foram produzidas de forma inédita no Teatro Tobias Barreto, tais como Messias de Händel (2014), Carmina Burana (2013 e 2015), “Homenagem a Carlos Gomes” (2016), entre outras.

Sob a sua direção, a Orsse promoveu também apresentações pelo interior do Estado de Sergipe e a popularização do acesso à música de concerto. Mannis foi também responsável pela concepção do projeto social Orquestra Jovem de Sergipe, proporcionando ensino musical a centenas de jovens carentes de Aracaju.

Premiado em diversos concursos, o paulistano Guilherme Mannis é bacharel, mestre e doutorando em Música pelo Instituto de Artes da Unesp. Tem como principal mentor o maestro Isaac Karabtchevsky, do qual foi aluno em diversos cursos na Itália, e também teve a orientação de Kurt Masur (Campos do Jordão) e Jorma Panula (Instrumenta Verano, México). É professor do Departamento de Música da Universidade Federal de Sergipe.

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