Caetano Vilela, regisseur e iluminador

Caetano Vilela
regisseur e iluminador

Seu nome é destaque no mundo da ópera tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no Exterior.

Dentre as óperas que dirigiu, destacam–se A Queda da Casa de Usher de Phillip Glass (2005), Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk de Shostakovich (2007), Ariadne em Naxos de Richard Strauss (2008), Os Troianos de Berlioz (2009) e a estreia no Brasil da ópera Ça Ira de Roger Waters (2008), compositor e fundador do Pink Floyd.

Iluminou o musical The Sound of Music, sob a direção de Emilio Sagi, para a temporada 2009–2010, no Théâtre du Châtelet, em Paris.

Em 2013, ano do bicentenário de Richard Wagner, iluminou Tannhäuser, sob a regência de Gustavo Dudamel para a temporada de ópera em Bogotá; dirigiu e iluminou, para o Festival de Ópera do Theatro da Paz, a ópera O Navio Fantasma, destaque na crítica especializada como uma das melhores produções do ano.

Ganhou o Prêmio Shell de Iluminação em 2011 pelo espetáculo Dueto para Um; foi indicado novamente em 2014 pela iluminação de Assim é (se lhe parece); 2015 por Dias de Vinho e Rosas, direção de Fabio Assunção e 2016 pela peça As Benevolentes, monólogo com Thiago Fragoso dirigido por Ulysses Cruz . Também em 2014 dirige novamente para o Festival de Ópera do Theatro da Paz a estréia no Brasil de Mefistofele de Arrigo Boito.

Em 2015 assina a encenação e iluminação de dois programas duplos: para o Theatro Municipal de S.Paulo as óperas Um Homem Só, de Camargo Guarnieri, e Ainadamar, de Oswaldo Golijov; e para o Theatro S.Pedro/SP as óperas O Homem dos Crocodilos, de Arrigo Barnabé e Édipo Rei, de Stravinski. Volta a contribuir para a temporada lírica colombiana iluminando uma produção de Werther na cidade de Bogotá.

Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho-2015 na Tchecoslováquia.

Em 2016 dirige pela primeira vez no Theatro Municipal do Rio de Janeiro a ópera Orfeu e Eurídice. Neste mesmo teatro iluminou importantes produções líricas como Tannhäuser dirigido por Werner Herzog, La Sonnambula dirigida por Aidan Lang, Nabucco por Iacov Hillel entre outras. Em setembro contribui novamente para o Festival de Ópera do Teatro da Paz encenando uma nova produção de Turandot; em outubro ilumina a ópera Elektra, direção de Lívia Sabag para o Teatro Municipal de São Paulo.

Em 2017 realizou os seguintes trabalhos:

Iluminação da ópera D.Giovanni, direção de Mauro Wrona, no Festival de Ópera do Theatro da Paz (com temporada no Theatro S.Pedro/SP); e das peças As Criadas, de Jean Genet, co-produção Brasil-Polônia com direção do polonês Radoslaw Rychcik e Oeste Verdadeiro, de Sam Shepard, com direção de Mario Bortolotto.

Encenação e Iluminação: La Belle Hélène, de Offenbach. Encerrando a temporada lírica do Theatro S.Pedro/SP.

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