Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano

Ana Lucia Benedetti
Mezzo-Soprano

"A mezzo-soprano Ana lucia Benedetti, artista em franca ascensão na cena lírica nacional, mostrou a que veio desde o Liber scriptus, o solo que Verdi adicionou posteriormente à partitura. Com uma voz ricamente expressiva e um timbre lindíssimo, Benedetti cantou com a alma."
Leonardo Marques, Movimento.com, maio 2016
Réquiem de G. Verdi – Teatro Municipal do Rio de Janeiro

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Brasileira, natural de São Paulo, estudou piano no Conservatório de Música “Ars et Scientia” e é bacharel em Canto pela Faculdade Mozarteum na classe de Francisco Campos Neto. Estudou também com Hildalea Gaidzakian, Marcos Thadeu, Regina Elena Mesquita, Mo. Gabriel Rhein-Schirato e Eliane Coelho. Desde 2010, obtém orientação vocal de Isabel Maresca.

Ana Lucia tem seu talento premiado em vários concursos no Brasil. Venceu o 1o lugar no IX Concurso de Canto Maria Callas (2009), o prêmio Melhor Voz Feminina no IV Concurso de Canto Carlos Gomes (2011), 3o lugar no IX Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão (2011) e finalista do VI Concurso de Interpretação da Canção de Câmara Brasileira (2004).

Destacou-se nas produções: Le Domino Noir de D. Auber (Jacinthe e Ursule); Le convenienze ed inconvenienze teatrali –Viva la Mamma! de G. Donizetti (Dorothea Frescopane); Orfeu no Inferno – a paródia de J. Offenbach (Juno); Moscou, Cheryomushki de D. Shostakovich (Vava); El hijo fingido de J. Rodrigo (Barbara) e Cavalleria Rusticana de P. Mascagni (Lola), na temporada do Theatro São Pedro de 2007 a 2009, entre outras.

Debutou como Ulrica em Un Ballo in Maschera de G. Verdi no Palácio das Artes de Belo Horizonte (2013) com regência de Marcelo Ramos e direção de Fernando Bicudo; e como Inês em Il Trovatore de G. Verdi no Theatro Municipal de São Paulo com regência de John Neschling e direção de Andrea De Rosa (2014).

Em 2015, no Theatro Municipal de São Paulo, interpretou Emília em Otello de G. Verdi com regência de John Neschling e direção de Giancarlo del Monaco; Olga em Eugene Onegin de P. Tchaikovsky com regência de Jacques Delacôte e direção de Marco Gandini e Albine em Thaïs de J. Massenet com regência de Alain Guingal e direção de Stefano Poda. Nesse mesmo ano, debutou como Santuzza em Cavalleria Rusticana de P. Mascagni no Teatro Municipal de Santiago com regência de José Luis Domínguez e direção de Fabio Sparvoli.

Em 2016, cantou Requiem de Verdi no Teatro Municipal do Rio de Janeiro sob regência de Jacques Delacôte e com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais sob regência de Silvio Viegas; Concerto Lírico com a Orquestra Filarmônica de Goiás sob regência de L. F. Malheiro; Cavalleria Rusticana (Santuzza) com a OSMG sob regência de Silvio Viegas; Magnificat Aleluia de Villa-Lobos com OSUSP e regência de Wagner Polistchuk, entre outros.

Em 2017, participou em A Danação de Fausto de Berlioz (Marguerite) no Theatro Municipal de São Paulo sob regência de Roberto Minczuk; Concerto de Abertura e Stabat Mater de Pergolesi no Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém sob regência de Miguel Campos Neto; Recital “Música feita de Poesia” no Instituto CPFL em Campinas com o pianista Rafael Andrade; Recital “O Lied e a Ópera Romântica” na Série Ópera e Outros Cantos no Teatro Minaz em Ribeirão Preto com o Mo. Gabriel Rhein-Schirato e a Sinfonia no. 2 de Mahler com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz sob regência de Miguel Campos Neto.

No repertório sinfônico, destacou-se também na Sinfonia no 9 de Beethoven
com a Sinfônica do Paraná (2014) e Sinfônica de Minas Gerais (2013) sob regência de Roberto Tibiriça e na Série Tucca de Concertos sob regência de João Maurício Galindo (2012); concerto de Gala Lírica com a Orquestra Sinfônica da Bahia sob regência de Luiz Fernando Malheiro (2013), Homenagem a Maria Callas sob regência de Giuseppe Sabbatini (Theatro São Pedro, 2011); Oratório de Natal de C. Saint-Säens sob regência de João Maurício Galindo (Sala São Paulo, 2011), entre outros.

Compromissos recentes incluem Sinfonia nº 8 de Mahler no Theatro Municipal de São Paulo; Sinfonia nº 2 de Mahler com a Orquestra Filarmônica de Goiás; Il Matrimonio Segreto de D. Cimarosa (Fidalma) e Rückert-Lieder de Mahler no Theatro São Pedro.

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