Cláudio Cruz

regente

"não apenas domina seu metier, mas tem também carisma, flexibilidade, a magia do gesto..."
Volker Müller, Freie presse Reichenbach

"Cláudio Cruz, aos 45 anos, alia técnica, energia e fantasia.."
Sidney Monia, Folha de São Paulo

 

Cláudio Cruz es el director musical y ejecutivo de la Orquesta Sinfónica Joven del Estado de San Pablo; desde 1990 se desempeña también como Concertino de la Orquesta Sinfónica del mismo estado (OSESP).

Cruz ha actuado en calidad de Director invitado en las orquestas Sinfónica Brasileña, Sinfónica del Teatro Municipal de San Pablo,  Sinfónica de Porto Alegre, Sinfónica del Teatro Nacional Claudio Santoro, OSESP, Orquesta de Cámara de Osaka, Orquesta de Cámara de Toulouse y Orquesta Sinfónica de Avignon, entre otras.

Participó asimismo de diversos festivales de música. En este sentido se destaca en Brasil su actuación como Director de la Orquesta Académica del Festival Internacional de Campos de Jordão en los años 2010 y 2011; en el ámbito internacional participó del Festival de Verano de Carinthia en Austria y del Festival Internacional de Música de Cartagena, donde actuó como camarista y director invitado de la OSESP.

Fue director musical de la Orquesta de Cámara Villa-Lobos y también director musical-ejecutivo titular de las Sinfónicas de Ribeirão Preto y Campinas, estado de San Pablo.

En materia de grabaciones, cuenta con una vasta trayectoria. Participó de tres CDs con la Orquesta de Cámara Villa-Lobos, uno de ellos íntegramente consagrado a obras de Edino Krieger.  Con la Orquesta Sinfónica de Ribeirão Preto grabó la Quinta Sinfonía de Beethoven y la Sinfonía° 40 de Mozart, un CD de oberturas de óperas y otro de Jobim (con arreglos de Mario Adnet) mientras que con la Orquesta Sinfónica de Campinas grabó el CD “Campinas de todos os Sons” con obras de Carlos Gomes.

Cláudio actuó como director escénico y musical en las puestas en escena de las óperas “Lo Schiavo” y “Don Giovanni” en Campinas, y de “Rigoletto” y “La Bohème” en Ribeirão Preto. Durante la temporada 2012-13 actuará como director en conjuntos tales como la Northern Sinfonia (Inglaterra), la Sinfonia Varsovia, la A New Japan Philharmonic, la Hyogo Academy Orchestra, la Hiroshima Symphony, la Svogtland Philharmonie (Alemania) y la Jerusalem Symphony Orchestra.

Cláudio fue homenajeado por la Asociación Paulista de Críticos de Artes (APCA) y entre las distinciones que obtuvo pueden citarse los premios Carlos Gomes, Bravo y Grammy.

Press

"Os colombianos tocaram bem, também por causa de Cláudio Cruz: aos 45anos -23 deles como spalla da Osesp-, o atual regente da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado alia técnica, energia e fantasia.."
concerto no Festival de Inverno de Campos do Jordão, com a Orquestra Jovem da Colômbia
Sidney Molyna, Folha de São Paulo

"(...) Zu dieser grossartigen Wirkung trägt das kantable Spiel von Antonio Meneses viel bei, genau wie das inspirierte Musizieren des Orchesters. Dabei bebürht sicher dem brasilianeschen Dirigenten Claudio Cruz viel Lob, denn er setzt die Stimmengen des Konzerts im Orchester wunderbar ausdrucksvoll um. 

Der letzte Satz gerät so wirklich 'con spirito', wie es der Komponist fordert. Die Interpreten des Cellokonzerts von Sir Edward Elgar misst man - da gibt es kein Wenn und Aber - an der Version von Jacqueline du Pré. Und genau dieser Vergleich lässt die Meneses-Cruz-Interpretation in einem besonders guten Licht erscheinen: Ihre Ausdruckpalette ist reich und lässt Elgars Musik angenehm lebendig auf uns einwirken. Cruz setzt dabei hin und wieder dem lyrisch singenden Cello kraftvolle Akzente entgegen, so Kontraste erzeugend, die für Spannung und Farbe sorgen. Und weil beide Akteure immer wieder harmonieren, kommt es zu einem anregenden Dialog."
supersonic pizzicato, september 2012

Rhytmisch und rasante

“Die Vogtland-Philharmonie weiß mit Gastdirigenten umzugehen. Die Palette reicht vom maximalen Entgegenkommen bis zum höflichen, aber bestimmten Beharren auf den eigenen Errungenschaften. Beim jüngsten Sinfoniekonzert des Klangkörpers stand am Mittwochabend im Reichenbacher Neuberinhaus Claudio Cruz vorn. Er ist der Chefdirigent des Sinfonieorchesters der südbrasilianischen Halbmillionenstadt Ribeirão Preto und zudem einer der besten Geiger seines Landes. Unter dem Lateiamerikaner Cruz war eine andere Vogtland-Philharmonie zu hören, zupackender, lauter, rhythmischer, rasanter, ja, freilich auch ein Stück weniger innig und geheimnisvoll als gewohnt. Man konnte im Grunde nicht anders, denn der Gast is ein Maestro von echtem Schrot und Korn, beherrscht nicht allein sein Handwerk, sondern hat Ausstrahlung, Schwung, die Magie der Geste und vermittelt bei all dem noch den sympathischen Eindruck, Gleicher unter Gleichen zu sein. Das Publikin in Vogtland war mit allem, was sich am Mittwoch ereignete, höchst einverstanden und entfaltete beim Applaus eine ebenbürtige Kraft und Lautstärke. Der Abend beggan mit Heitor Villa-Lobos’ Bachianas Brasileiras n.4, einer der neun Johann Sebastian Bach huldigenden Suiten des brasilianischen Komponisten. Dabei fand das Orchester zu einem zugleich durchdringend wie feinnervigen Klang und zu einer beglückenden Balance. Dabei wurde man dem locker über den Ozean reichenden Wunder Bach so gut gerechet wie dem Genie Villa-Lobos’ un dem Zauber der brasilianischen Folklore (...)”
Volker Müller, Freie presse Reichenbach

"A inesperada e formidável surpresa foi proporcionada pela Orquestra Filarmônica Brasileira, escalada para fazer figuração - até porque se enraizou na cabeça das pessoas, graças a preconceitos idiotas, que Chopin escrevia mal para orquestra.
Cláudio Cruz, violinista de exceção, agora também brilha de modo notável na regência. Orquestra e regente evidenciam a competência do compositor em sua primeira incursão no gênero orquestral. Além das cordas precisas, as madeiras e metais saíram-se bem.
Mas Cruz e seus comandados mostraram suas armas já na primeira parte. Brilhante a leitura da Sinfonia nº 5, que Mendelssohn compôs em 1831. A ideia era comemorar os 300 anos da Reforma de Lutero. Por isso, Mendelssohn tece, no Coral - Final, variações sobre o hino Ein Feste Burg de Lutero.
Frases bem recortadas e precisas; arcos dinâmicos coerentes; madeiras e metais excelentes. Cruz não só ensaiou muito com a orquestra, como foi aos detalhes na construção de uma leitura pessoal, que só é possível quando o regente tem os músicos inteiramente sob seu comando. O Cláudio Cruz regente não é uma surpresa, evidentemente; mas é ótimo saber que ele está pronto para ser a próxima grande surpresa na regência brasileira."
João Marcos Coelho, O Estado de São Paulo, março de 2010

"A abertura foi da Osesp, mas o brilho todo ficou para as orquestras jovens no primeiro final de semana da 43ª edição do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. (...) O assombro veio mais cedo, no concerto matinal do domingo, da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, que, sob regência de Claudio Cruz, executou a "Sinfonia Inacabada", de Schubert, e a oitava sinfonia de Dvorák. A Estadualzinha, como é carinhosamente apelidada, foi reformulada há não mais do que seis meses. E o resultado impressiona. Batalhando contra instrumentos precários e a acústica ingrata do Auditório Cláudio Santoro, seus musicistas imberbes, dentre os quais não há nenhum marmanjo, realizaram verdadeiras façanhas de sonoridade, musicalidade e fraseado."
Irineu Franco Perpétuo, Folha de São Paulo

"Cláudio cruz ofereceu reflexão intimista que nunca foi menos do que entusiasmante."
'Realizado com efetivos reduzidos; tendo suas linhas melódicas ornamentadas de modo sóbrio e eficiente; conduzido com mão muito leve, o Messias que Cláudio Cruz regeu, quinta, na Sala São Paulo, reservou-nos gratificantes sutilezas. A visão que Cruz ofereceu não foi a do oratório solene, de exteriorizada majestade, mas a da reflexão intimista sobre os mistérios do nascimento, morte e ressurreição do Salvador. As texturas freqüentemente camerísticas desse tipo de abordagem, em vez de tornarem morna a execução, conferiram-lhe interiorizada dramaticidade, pois cada gesto passou a ter intenso significado. Dentro dessa visão muito humana da peça, suas belezas melódicas também ganharam realce, pela maneira delicada como foram executadas (...) E a maneira refletida como Cláudio Cruz lapidou a majestosa seqüência final do "Worthy is the Lamb... Amen" levou este Messias a um encerramento comovente.'
Lauro Machado Coelho, O Estado de São Paulo, setembro de 2008

"Und diesen originellen Mix in Bachiana Brasileira n.4 – Wehmut und Pathos, Choral und Polyphonie, quirlige Rhythmen und unbändige Lebenslust – nutzte der Gasdirigente Claudio Cruz für einen eindrucksvollen Einstand."
Vogtland Philharmonie in Greiz
Dr. Eberhard Kneipe, Ostthüringer Zeitung

"...a Orquestra Jovem pode se comparar com as melhores do país. Tudo perfeito, sedoso, musical, estimulante.
Cláudio Cruz, que é um formidável maestro, soube formar e extrair desses jovens uma qualidade artística propriamente extraordinária."
Camargo Guarnieri, Abertura concertante; Beethoven, Concerto para piano e orquestra nº 3; Heitor Villa-Lobos, Choros nº 6
Jorge Coli, movimento.com, março de 2015

 

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Videos

  • Cruz rege concerto de Tchaikovsky
  • OSJESP
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