Alfonso Mujica

barítono

Barítono uruguaio, formou-se com a soprano Beatriz Pazos na Escola Nacional de Arte Lírica do SODRE no Uruguai. Como bolsista do Fundo Nacional de Música estudou repertório de câmara com Guillermo Oppitz em Buenos Aires.

Foi premiado no Concurso Nacional "Luis Troccoli" no Uruguai e obteve a categoria "A" no 50º Concurso de Juventudes Musicales del Uruguay. Estreou no SODRE cantando o papel-título da ópera “Il filósofo di Campagna” de Gallupi e desde então tem interpretado o Conde de Almaviva, em As Bodas de Fígaro de Mozart, Manuel, em La Vida Breve de M. de Falla, Aeneas em Dido & Aeneas de Purcell, Ping em Turandot de Puccini, Peter em Hansel und Gretel por Humperdinck, Morales em Bizet Carmen e os papéis principais Joaquin e Felipe nas zarzuelas “La de Manojo de Rosas” e “La Revoltosa”.

No Teatro Solis cantou Fiorello em O Barbeiro de Sevilha de Rossini e Silvio em I Pagliacci de Leoncavallo, e na atual temporada cantará o Conde em Le Nozze di Figaro, de Mozart. Cantou Morales e Dancaire na produção de Carmen de Bizet, estrelado por Cristina Gallardo-Domas Festival em Manaus, Brasil, em 2014, sob direção de Luiz Fernando Malheiro. Durante a temporada de 2015 fez sua estreia no Teatro Colón, em Buenos Aires cantando “Lieder eines fahrenden Gesellen” de Mahler sob regência de Enrique Arturo Diemecke.

Estreou também em Bogotá, como Albert em Werther para o Opera da Colômbia sob a direcção de Laurent Campellone . Musica tem-se dedicado também ao oratório e ao repertório sinfônico, com em Requiem de Fauré, Paixão Segundo São João, de Bach e o Requiem e Missa Cum Jubilo de Maurice Duruflé. Foi solista junto a várias orquestras latino-americanos apresentando obras como Don Quichotte a Dulcinée de Ravel, Sete canções populares espanholas de De Falla, Lieder eines fahrenden Gesellen e Kindertotenlieder de Mahler e e Carmina Burana de Carl Orff em centros como Montevidéu, São Paulo, Porto Alegre, El Salvador, Campinas.

É especialista no repertório de câmara com o qual ofereceu dezenas de concertos com piano ou violão em vários ciclos tanto no Uruguai como no exterior, abordando compositores de vários estilos e correntes com excelentes críticas. Ao longo de sua carreira cantou sob a direcção de Antonio Russo, Reynaldo Censabella, Luiz Fernando Malheiro, Carlos Vieu, Nicolas Rauss, Dietrich Paredes, Ignacio García Vidal, Pilar Vano, Martin George, Rani Calderon, Doron Salomon, Karl Martin, Victor Hugo Toro e Stefan Lano, entre outros.

Crítica

"(...) El barítono Alfonso Mujica demostró tener un buen dominio musical de la obra: enriquecido por su excelente dicción - cosa poco común en la mayoria de los cantantes - haciendo disfrutar de la belleza del texto. Mujica posee una hermosa voz que se proyecta claramente y su timbre es cálido. (...)"
Orquestra Filarmónica de Montevideo
Tres Canciones de Don Quijote, Maurice Ravel
El País, julio de 2012

 

"El barítono uruguayo Alfonso Mujica fue un muy buen Albert. Posee un bello timbre, muy buena línea y volumen.
Dotado de una muy buena presencia escénica..."
Albert en Werther, J. Massenet.
Opera de Colombia, Bogotá,2015
Alberto Leal, operaintheworld.com

 

"Alfonso Mujica remporte la palme chez les solistes : douceur et rondeur du chant, style de la ligne et puissance lui permettent toutes les nuances et les affects qui culminent dans « circa mea pectora », triste et révolté."
Carmina Burana, Teatro Colón Buenos Aires, 2017
Yannick Boussaert, forumopera.com - le magazine du monde lyrique

 

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Vídeos

  • Albert (Werther, Massenet)
  • Le Nozze di Fígaro
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