Licio Bruno

baixo-barítono

O sucesso e amplitude da carreira de Licio Bruno são notáveis entre os cantores brasileiros por suas atuações em ópera, música sinfônica, de câmara e teatro no Brasil e exterior.

Aperfeiçoou-se na Academia Franz Liszt, Budapeste, foi membro da Ópera Estatal Húngara, e cantou na Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Colômbia e Argentina. No Brasil os teatros de ópera e salas de concerto são sua casa. Com mais de 50 personagens em óperas de diferentes autores, períodos e estilos, Licio é, até hoje na história da ópera brasileira, o único cantor a ter enfrentado na totalidade o Wotan/Wanderer da Tetralogia wagneriana. Dirigido por ícones do Teatro brasileiro - Amir Haddad, José Possi Netto, Jorge Takla, Gianni Rato, Sérgio Britto - e estrangeiro - Werner Herzog, Hugo de Anna, Aidan Lang. Cantou com renomados maestros brasileiros e estrangeiros, entre os quais Lorin Maazel e Isaac Karabtchevsky, das “Paixões” de Bach até Beethoven, Kodaly, Stravisnky, Britten, bem como ciclos de Schubert, Mahler, Ravel e Poulenc, entre outros.

É detentor de mais de 10 primeiros prêmios em concursos nacionais e estrangeiros e recebeu, em 2004, o Prêmio Carlos Gomes como Melhor Cantor Erudito.

Celebrou, em 2012, seus 25 anos de carreira dedicados à Música, com as óperas Aída, A Valquíria, A Serva Patroa, O Turco na Italia, Rigoletto e Falstaff e fez sua estreia na Argentina, debutando com grande sucesso de público e critica o papel título de O Navio Fantasma, de Wagner, no Teatro Argentino de La Plata – outubro de 2013.

Em 2015, Licio Bruno lançou com a pianista Claúdia Marques o CD “Ê vida, ê voz! - Canções de Edmundo Villani-Côrtes”, primeiro disco integralmente dedicado a uma coletânea de canções do compositor. Recebeu ainda a “Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes”, comenda outorgada pela SBACE, SP e também a Medalha Cinquentenário da Forças Brasileiras Internacionais de Paz da ONU, láureas recebidas em função dos relevantes serviços prestados à cultura e à música brasileira.