Denis Sedov

baixo


A revista “Opera News” o descreve como “grande e dominador, dono de um físico esplêndido e uma voz à altura”, capaz de “seduzir tanto com a voz como com a presença”.

Estreou recentemente na Royal Opera House como Fígaro em “As Bodas de Fígaro”, Leporello em “Don Giovanni” sob a batuta de Riccardo Muti no Teatro alla Scala, e Colline em “La Bohème” na Ópera de Paris.

Interpretou Giorgio em “I Puritani” com a Ópera de Seattle, Frei Lourenço em “Roméo et Juliette” com a Ópera de Montréal, e Colline em “La Bohème” com a Sinfônica de Atlanta sob a regência de Robert Spano, a oitava sinfonia de Mahler com a Sinfônica de Québec, Nourabad em “Os Pescadores de Pérolas” com a Ópera Nacional de Washington e Zoroastro em “Orlando” de Handel com a orquestra Al Ayre Español.

Já se apresentou na Ópera de Paris, na Opéra Comique, no Gran Teatre del Liceu em Barcelona, no Théatre de la Monnaie, na Ópera de Montreal, Carnegie Hall, Teatro Colón, Atlanta Opera, Palm Beach Opera, Associacion Gayarre Amigos de la Opera, em Pamplona e Vancouver Symphony e também no Chile, na Argentina, no Japão e com as principais orquestras israelenses. 

Gravou “Ariodonte” de Handel com Les Musiciens du Louvre sob direção de Marc Minkowski (Deutsche Grammophon). 

Gravou também para a Deutsche Grammophon o papel de Soliony na estréia mundial de “Trois Soeurs” de Peter Eötvös e por último, Frei Lourenço em “Roméo et Juliette” com a Orquestra de Cleveland dirigida por Pierre Boulez e gravou em DVD a Sinfonia n.8 de Mahler com a Orquestra de Paris e regência de Christoph Eschenbach.

Como cantor em concertos, interpretou o “Elias” de Mendelssohn e “A Infância de Cristo”, de Berlioz, no Festival Spoleto dos Estados Unidos e participou da apresentação da Nona Sinfonia de Beethoven, conduzida por Seiji Ozawa, durante as olimpíadas de inverno do Japão, em 1998.

Suas apresentações recentes incluem Colline em “La Bohème” e Ludovico em “Otello” na Ópera de Cincinnati, Raimundo, em “Lucia di Lammermoor”, com a ópera de Pittsburgh, Frei Lourenço em “Romeu e Julieta”, no Teatro Municipal Giuseppe Verdi de Salerno, e Gremin, de “Eugene Onegin” com a Ópera de Cincinnati, “The Bells”, de Rachmaninoff, com a Orquestra do Palau de la Musica, em Valencia e “Ivan, o Terrível”, de Prokofiev, com a Orquestra Filarmônica de Málaga.

Crítica

"Denis Sedov was an unusually dashing Prince Gremin, displaying fine legato and a rich lower register in his aria."

Cincinnati Opera
Opera News

“...the priest Raimondo, sung with ample depth by Denis Sedov...”

Pittsburgh Opera
Pittsburgh Tribune

“Denis Sedov sang Sarastro with ringing low tones and appeared the very embodiment of wisdom.” 

ATLANTA OPERA
Opera News

“Tall and commanding, gifted with a splendid physique and a bass to match, Denis Sedov (Maometto) seduced with his voice as well

as with his presence.”
OPERA DU RHIN, STRASSBOURG 
Opera News

“Denis Sedov in the title role surprised with his command of coloratura, offering a complete portrayal.”
Opera

"Mr. Sedov, whose hurtling enthusiasm gives bad deeds a winning flavor, ... has an attractive bass and a high-energy charm."
NEW YORK CITY OPERA 
New York Times

"Denis Sedov left the biggest impression on the public. His voice, despite his youthful appearance, sounded astonishingly mature."
OPERA DE CLAIRMONT-FERRAND
Review-Translation La Montagne

"The most remarkable musical discovery was Russian bass Dennis Sedov, who...is devilishly handsome and displays a voice of thunderous proclivities...this one really brought down the house."
MARILYN HORNE FOUNDATION
The Westsider

"O baixo russo Denis Sedov (que, registre-se, fala português) foi um perfeito Daland, Capitão norueguês e pai de Senta.  Desde a cena inicial com os marinheiros, passando pelo grande dueto com o Holandês, quando vislumbra a possibilidade de grandes vantagens, pela cena em sua casa, e até sua derradeira participação, o artista demonstrou grandes qualidades, como uma voz segura, expressiva e bem projetada."
Leonardo Marques, movimento.com, setembro 2013

"Daland, o capitão norueguês, pelo baixo russo Denis Sedov, obteve neste um grande intérprete. Voz plena, graves e centro de seu registro muito seguros, agudos bem alçados aliados à beleza timbrística. A atuação cênica do pai amoroso de Senta é convincente e a realização da sua ária “Mogst du,  mei Kind” (My child, will you bid…) foi muito bela, bem como o dueto entre ele e o holandês: “Wie? ist’s moglich” ?…"
Marco Antônio Seta, movimento.com, setembro 2013

ver tudo...

Vídeos

  • Aria from Tri Sestri de Chekhov
  • Mahler - Pater Profundus
  • War Requiem
ver tudo...