André Vidal

tenor


"Nos solos, o ponto alto foi o Evangelista do tenor André Vidal, cantor talhado à perfeição para interpretações barrocas, com seu timbre límpido e sua emissão impecável."
J. S. Bach, Oratório de Natal, TMRJ
Fabiano Gonçalvez, movimento.com 2012


Mestre pela Royal Academy of Music de Londres, especializou-se em Música de Câmara e Música Antiga com Glenville Hargreaves, Jonathan Papp e Ian Partridge.

Em Londres atuou como solista em oratórios, destacando: Paixão Segundo São João e Oratório de Natal de Bach, O Messias de Händel, Pequena Missa Solene de Rossini e Requiem de Mozart. Integrou o elenco da London Royal Schools Opera e seu repertório abrange papéis de Mozart, Händel, Rossini, Donizetti, Bellini e outros.

Foi premiado no II Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão em 2001, e no Helen Eames Prize para intérpretes de música barroca em 1998 em Londres.
Em 2005 fez sua estreia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (“A Criação”, Haydn) e no Teatro Amazonas (Missa em Si Menor, Bach).
Em 2006 interpretou Don Otavio em Don Giovanni de Mozart em Brasília. Em 2007 estreou com a Petrobras Sinfônica (O Messias) e no Theatro Municipal de São Paulo (Italiana em Algeria, Lindoro) sob regência de Jamil Maluf.
Em 2010 fez parte do elenco da Cia. Brasileira de Ópera, na montagem de "O Barbeiro de Sevilha" no papel de Almaviva e cantou Carmina Burana no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Em 2011 cantou na produção de Lucia de Lammermmoor no TMRJ, estreou com a OSESP cantando A Criação de J. Haydn e representou o Brasil com grande sucesso com o grupo de câmara da Orquestra Sinfônica do Sergipe, durante o Encontro Internacional sobre Barroco em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia.
Cantou em The Rake's Progress (Salem) no Teatro Municipal de São Paulo, sob direção de Jorge Takla e Jamil Maluf, Requiem de Mozart com a Sinfônica de Sergipe e regência de G.Mannis, e a Sinfonia nº 9 de Beethoven com a Sinfônica de Minas Gerais sob regência de R. Tibiriçá.

Dedica-se também à composição, tendo suas peças apresentadas no Brasil e no exterior, e publicadas nos EUA pela Cantus Quercus Press. Leciona Canto Erudito na Escola de Música de Brasília e coordena o grupo PerSonare. 

Crítica

"Boa surpresa foi o timbre delicado de André Vidal (...) ele é um típico tenoredi grazia, muito à vontade

no repertório belcantístico, pela leveza e a facilidade demonstrada na ornamentação."

Lindoro em "A Italiana em Argel" de G. Rossini
Teatro Municipal de São Paulo, 2007
Lauro Machado Coelho, O Estado de São Paulo, 2007

"O tenor André Vidal é um especialista em papéis do tipo e esteve excelente com sua rara voz de sopranino, de contratenor, de tenor falsetista, de tenor ligeiro, o que quiserem. Um especialista, repita-se. The right man etc... etc."

Carmina Burana, novembro 2011, Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Marcus Góes, movimento.com

"An excellent interpretation of the role "Evangelist" succeeded the brazilian tenor Andre Vidal..."

J. S. Bach, Paixão S. São Mateus.
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro
R. Seehafer, 2012

"Nos solos, o ponto alto foi o Evangelista do tenor André Vidal, cantor talhado à perfeiçãopara interpretações barrocas, com seu timbre límpido e sua emissão impecável."

J. S. Bach, Oratório de Natal
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Cia Bachiana Brasileira
Fabiano Gonçalvez, movimento.com 2012

"Há que se destacar desta vez a atuação no palco de André Vidal (tenor leggero) de boa escola e possuidor de um currículo invejável, apresentou-se muito bem caracterizado como o leiloeiro Sellem."
Marco Antônio Seta, movimento.com, junho de 2013

Há que se destacar desta vez a atuação no palco de André Vidal (tenor leggero) de boa escola e possuidor de um currículo invejável,  apresentou-se muito bem caracterizado como o leiloeiro Sellem.
Marco Antônio Seta, movimento.com, junho de 2013

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