Ana Lúcia Benedetti

mezzo-soprano


“A mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti, em seu debut no papel de Lola nos surpreendeu com sua tamanha desenvoltura, principalmente nas exigentes partes graves do papel... defendeu com bravura sua parte...”
Cavalleria Rusticana, Teatro São Pedro/SP
Jonas Dantas, movimento.com

Brasileira, natural de São Paulo, estudou piano no Conservatório de Música “Ars et Scientia” e é bacharel em Canto pela Faculdade Mozarteum na classe de Francisco Campos Neto. Estudou também com Hildalea Gaidzakian, Marcos Thadeu e Regina Elena Mesquita. Atualmente é orientada por Isabel Maresca, Rafael Andrade e Mo. Gabriel Rhein-Schirato.

Ana Lucia tem seu talento premiado em vários concursos no Brasil. Venceu o 1o lugar no IX Concurso de Canto Maria Callas (2009), o prêmio Melhor Voz Feminina no IV Concurso Estímulo para Cantores Líricos Carlos Gomes (2011), 3o lugar no IX Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão (2011) e, finalista do VI Concurso de Interpretação da Canção de Câmara Brasileira (2004).

Debutou como Ulrica em Un Ballo in Maschera no Palácio das Artes de Belo Horizonte (2013); como Lola em Cavalleria Rusticana no Theatro São Pedro (2009) e estreou no Teatro Municipal de São Paulo como Inês em Il Trovatore (2014).

Destacou-se também nas produções: “Le Domino Noir” de D. Auber (Jacinthe/Ursule); “Le convenienze ed inconvenienze teatrali – Viva la Mamma!” de G. Donizetti (Dorothea Frescopane); “Orfeu no Inferno – a paródia” de J. Offenbach (Juno); “Moscou, Cheryomushki” de D. Shostakovich (Vava,) e “El hijo fingido” de J. Rodrigo (Barbara), entre outras.

Trabalhou sob regência de maestros como John Neschling, Luiz Fernando Malheiro, Giuseppe Sabbatini, Roberto Tibiriça, João Maurício Galindo, Mauro Wrona e Marcelo Ramos. No repertório sinfônico, destacam-se títulos como Sinfonia nº 9 de Beethoven com a Sinfônica do Paraná (2014), com a Sinfônica de Minas Gerais (2013) e na Série Tucca de Concertos (2012); concerto de Gala Lírica com a Orquestra Sinfônica da Bahia (2013), Homenagem a Maria Callas (Theatro São Pedro, 2011); Oratório de Natal de C. Saint-Säens (Sala São Paulo, 2011), entre outros.

Em 2015 no Theatro Municipal de São Paulo, participou das produções Otello (Emília) com regência de John Neschling e direção de Giancarlo del Monaco; Eugene Onegin (Olga) com regência de Jacques Delacôte e direção de Hugo de Ana e Thaïs (Albine) com regência de Alain Guingal e direção de Stefano Poda, além de Alexander Nevsky com regência de John Neschling. No Teatro Municipal de Santiago, interpretou Santuzza em Cavalleria Rusticana.

Em 2016 cantou Requiem de Verdi no Teatro Municipal do Rio de Janeiro sob regência de Jacques Delacôte e com a Sinfônica de Minas Gerais sob regência de Silvio Viegas, um concerto lírico com a Filarmônica de Goiás sob regência de L. F. Malheiro, Cavalleria Rusticana (Santuzza) com a OSMG, Magnificat Aleluia de Villa-Lobos com OSUSP entre outros.

Compromissos futuros incluem A Danação de Fausto (Marguerite) de Berlioz no Teatro Municipal de São Paulo, Un Ballo in Maschera (Ulrica) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro,  Concerto de Abertura e Stabat Mater de Pergolesi no Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém.

Crítica

“Sua voz tem um lirismo adocicado que agrada.”
Cavalleria Rusticana, Teatro São Pedro/SP – 30/07/2009
Ali Hassan Ayache, crítico musical

 

“em seu debut no papel de Lola nos surpreendeu com sua tamanha desenvoltura, principalmente nas exigentes partes graves do papel... defendeu com bravura sua parte...”
Cavalleria Rusticana, Teatro São Pedro/SP – 30/07/2009
Jonas Dantas, movimento.com

 

"A mezzosoprano Ana Lúcia Benedetti compôs com precisão a feiticeira Ulrica e, em sua única cena em toda a ópera, demonstrou um belo timbre escuro e uma excelente projeção.  Bastante expressiva foi sua invocação ao demônio."
Leonardo Marques, movimento.com, novembro 2014

 

"...a cargo do meiossoprano Ana Lucia Benedetti (a confidente Inês) uma das promessas do teatro lírico; muito bem em suas intervenções musicais e cênicas."


Il Trovatore, Teatro Municipal de São Paulo
Marco Antônio Seta, movimento.com, março de 2014

"Feliz é o teatro de ópera que conta com uma Ines do nível da mezzosoprano Ana Lucia Benedetti.  A artista, que fizera em 2013 uma ótima Ulrica no Palácio das Artes, mais uma vez chamou a atenção, mesmo atuando em uma parte em que quase não canta.  Quando canta, porém, o público percebe claramente que ali há uma verdadeira intérprete, expressiva e de bela voz."
Leonardo Marques
movimento.com, março de 2014

"Destaque para o mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti: em sua pequena participação mostrou boa musicalidade com agudos coloridos e um fraseado correto. Fez uma Inez de bom nível cênica e vocalmente (...) Quero muito vê-la cantando personagens de maior expressão."
Ali Hassan Ayache
movimento.com, março de 2014

"A mezzo, teve a mais impecável atuação da récita: com formidável técnica, Benedetti emitiu, com a graça da corça de Cerineia, agudos muitíssimo bem colocados e graves potentes."
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Fabiano Gonçalves
movimento.com, maio de 2016

 

"A mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti, artista em franca ascensão na cena lírica nacional, mostrou a que veio desde o Liber scriptus, o solo que Verdi adicionou posteriormente à partitura. Com uma voz ricamente expressiva e um timbre lindíssimo, Benedetti cantou com a alma."
Leonardo Marques
movimento.com, maio de 2016

 

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Vídeos

  • Liber Scriptus - Requiem Verdi
  • Voi lo sapete - (Cavalleria)
  • ária de Olga - Eugene Oneguin
  • Cäcilie R. Strauss
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