André Mehmari.

compositor

"...Aos 29 anos, André Mehmari personifica a alma criativa brasileira. Isto é, sua música não tem fronteiras nem adjetivos. Tanto pode encapsular uma evolução harmônica inaudita que caminha vários séculos num arranjo de uma ária de Monteverdi quanto improvisar como o melhor dos melhores no reino do jazz e da música popular instrumental. Pilota um cravo com a mesma tranqüilidade com que escreve para orquestra (parece ter algumas décadas a mais de vida, tamanho o domínio da escrita musical)....é lírico como Jobim e atrevido no piano como Brad Mehldau)..."
João Marcos Coelho - O Estado de São Paulo



Compositor, arranjador e multiinstrumentista, André Mehmari é um dos mais requisitados e conceituados artistas brasileiros na atualidade.

Considerado pela crítica como um artista completo e inventivo, suas obras tem sido encomendadas e executadas pelos melhores conjuntos sinfônicos e camerísticos do Brasil, incluindo estréias com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, OSB, Quinteto Villa-Lobos, Sujeito a Guincho, Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo, Orquestra Amazonas Filarmônica, Orquestra de Câmara do Amazonas etc.

Sua produção inclui um grande número do obras de música de câmara, música sinfônica e obras para instrumentos solistas em um repertório criativo que ultrapassa as fronteiras da música clássica e da música popular.

Crítica

“Um dos maiores talentos que este país já abrigou.”
Luís Nassif, Folha de São Paulo

“Um dos segredos mais bem guardados do Brasil.”
John Stevenson, Ejazz news, Canadá

(...) Aos 29 anos, André Mehmari personifica a alma criativa brasileira. Isto é, sua música não tem fronteiras nem adjetivos. Tanto pode encapsular uma evolução harmônica inaudita que caminha vários séculos num arranjo de uma ária de Monteverdi quanto improvisar como o melhor dos melhores no reino do jazz e da música popular instrumental. Pilota um cravo com a mesma tranqüilidade com que escreve para orquestra (parece ter algumas décadas a mais de vida, tamanho o domínio da escrita musical). (...) é lírico como Jobim e atrevido no piano como Brad Mehldau) (...)
João Marcos Coelho - O Estado de São Paulo

“…o pianista André Mehmari, de apenas 20 anos,é um gênio precoce,um talento
extraordinário,de imaginação vibrante e generosa.Usa a formação clássica para abordar a
música popular como fizeram grandes pianistas antes dele, como Luís Eça e o próprio Egberto: de forma rica e criativa , fazendo a formalidade de uma linguagem ,trabalhar pelo enriquecimento da outra…”

“Com apenas 20 anos,André Mehmari tem a inventiva de Hermeto Pascoal e a sensibilidade interpretativa de Gismonti. Não são nomes citados ao acaso. Dois pilares da música instrumental brasileira, são as influências mais notáveis na música de Mehmari.(…) Mas Mehmari não toca simplesmente, a música que escolheu.Como grande intérprete, ele a recria, a submete à sua sintaxe particular, à sensibilidade que parece digressiva, mas, na verdade, materializa uma visão de música complexa, articulada, cheia de brilho. Há muitos anos não aparece na cena brasileira um pianista jovem tão promissor. (…) Com certeza André Mehmari sai do Prêmio Visa para os grandes palcos, para dar continuidade à linhagem de Egberto e Hermeto.”

“André e Célio (Barros) ,apesar da juventude, já podem ser considerados dois dos maiores músicos da cena brasileira.”

Improvisos de jovens gênios
(…) Pode-se dizer, sem susto, que são os melhores músicos jovens de seus instrumentos da cena brasileira. (…) André Mehmari, Célio Barros e Sérgio Reze representam passos à frente na nossa criação instrumental. Profundamente brasileiros (com a imensa carga de influências a que isso obriga), trazem luzes para um novo momento musical, feito de maravilhas. “
Mauro Dias, O Estado de São Paulo, a respeito do lançamento do CD de improvisos do trio no Supremo Musical em abril de 2002.


"André Mehmari tornou-se uma referência para os novos pianistas- e vem
causando espanto entre os veteranos, pela inteligência harmônica, a
capacidade de improviso, a qualidade da composição, o conhecimento
profundo da música brasileira. (…) Já consta da lista de nossos grandes
instrumentistas de qualquer tempo. "
Mauro Dias / O Estado de São Paulo


“O fluminense André Mehmari é, aos 21 anos, um artista singular. Dono de um lirismo novo, mostra-se capaz de revisitar o romantismo sob um prisma entregue e humorado. Como tem cabeça de compositor, ele, de fato, compõe, mesmo quando se põe a improvisar sobre idéias alheias.(…) Cria músicas novas, partindo de certos elementos dessas melodias,fazendo verdadeiras expedições sonoras.”
J. Jota de Moraes / Jornal da Tarde


“(…) as variações sobre um frevo de Cacá Malaquias por André Mehmari, roubaram a noite
dos arranjadores. Até a Sagração da Primavera de Stravinsky entrou na dança, com um humor irresistível não só para a platéia como para os músicos também. (…)”
Arthur Nestrovski , a respeito do concerto da OSESP com a Banda Mantiqueira
Ilustrada / Folha de São Paulo


“(…)Pouco a pouco a vegetação luxuriante de acordes alterados, arpejos pontilhistas, ataques súbitos em fortíssimo, baixos espraiados em pianíssimo, ostinatos no centro do teclado e outras invenções do pianista André Mehmari cobriu as paredes do teatro USP/Maria Antonia e renovou o oxigênio do cérebro de cento e tantas cabeças, espremidas no calor da noite de segunda-feira para assistir ao duo. (…) André Mehmari, aos 24 anos, é o santo da casa fazendo milagres. O que mais impressiona nele não é nem a fluência dos dedos, mas da inteligência musical. Que bebe em fontes variadas, do serialismo ao jazz, de Ligeti à Lapa, passando por Bartók e Berio (…). Acima de tudo, Mehmari tem um controle originalíssimo do tempo, que parece às vezes no limite de explodir o compasso, aumentando elasticamente o pulso, ou, pelo contrário, concentra música em 1-2-3 como um olho de furacão. (…)”

“Ninguém toca assim no Brasil, e pouca gente fora.”
Arthur Nestrovski , sobre o concerto do duo André Mehmari e Mônica Salmaso,
em 18 de março de 2002. Ilustrada / Folha de São Paulo


“ (…) a bela surpresa ficou por conta do quarteto do baterista Tutty Moreno. O grupo, na
verdade, não tem líder. Tutty, Nailor ''Proveta'' Azevedo (sax alto e clarinete), André Mehmari (piano) e Rodolfo Stroeter (baixo) são uma cooperativa musical. É difícil dizer quem é a alma de tudo - um jazz refinado, de qualidade internacional, em que a temática da música popular brasileira (Caymmi, Luizinho Eça, Joyce) é um pretexto num contexto de densa textura harmônica e muito livre arbítrio.”
“O quarteto apresentou um jazz de ensemble, sem concessões comerciais, equilibrando
arranjos e improvisações ao sabor de ventos rítmicos imprevisíveis, chegando mesmo a rajadas decididamente free. A partir da reinvenção de temas como A lenda do Abaeté ou Forças dalma (Joyce), o grupo desenvolveu uma constante e brilhante troca de idéias, com destaque para o sax de Nailor e o piano de Mehmari.”
Luiz Orlando Carneiro, Jornal do Brasil - Chivas Jazz Festival no Rio de Janeiro

Críticas do CD Piano e Voz com Ná Ozzetti
“Piano e Voz é uma obra-prima para ser ouvida várias vezes, para se perceber todas as
camadas que contém.”
Luiz Fernando Vianna, Folha de São Paulo

“É de tirar o fôlego.”
Tárik de Souza, Jornal do Brasil

“Piano e Voz já nasce antológico”
Lauro Lisboa Garcia, O Estado de São Paulo


“Ninguém, nesta difícil e tradicional arte de juntar piano e voz, o faz da forma com que esses dois fazem.”
Hugo Sukman, O Globo


Críticas do CD Lachrimae
“Se você aprecia pianistas contemporâneos de jazz, como Keith Jarrett ou Brad Mehldau, e
ainda desconhece André Mehmari, não deixe de ouví-lo. (...) Esse jovem combina influências da música erudita com uma exuberante capacidade de improvisação. (...) Como compositor, o brilho de Mehmari não é menos intenso: fica evidente em peças como a sensível valsa "Eternamente".(...)”
Carlos Calado, em Valor Econômico

“É tocante.”
Lauro Lisboa, O Estado de São Paulo

“Poucos artistas chegam aos 27 anos com tanto reconhecimento entre os colegas como André Mehmari. O multiinstumentista é hoje uma referência quando se fala em técnica – ele é um virtuose ao piano – composição e arranjo. Lachrimae, é uma surpresa impressionante. Com uma mescla de canções clássicas e composições de Mehmari, o disco cria um novo patamar de qualidade na música brasileira.”
João Paulo em O Estado de Minas

“O fluminense André Mehmari é considerado uma das maiores revelações da música
brasileira. (...) Verdadeira prece aos céus e infernos, “Lachrimae” - vocábulo latino que
pronuncia-se ‘lacrime’ - esta peça pertence ao universo daquelas canções que justapõem o mais puro estado de contemplação aos mistérios da existência humana, em suas felicidades e infelicidades, traduzidos em esplendor pelas teclas, cordas, tambores, musicalidade envolvente e coerente expressão de universalidade.“
Henrique Nunes, Diário do Nordeste


“Pianist/composer/multi-instrumentalist André Mehmari has the rare distinction of being one of the most consistently inventive and absorbing, yet unacknowledged musicians in the forefront of Brazilian instrumental art. Convincingly at ease in nearly all possible contexts, from Mozart to Monk, Mehmari possesses an impressive classical technique that is never just paraded; there is conviction in all he plays. His formidable improvisatory imagination and uninhibited lyricism have made his presence on any recording a strong assertion of its high quality. Mehmari’s latest super audio CD, Lachrimae, presents him as both writer and pianist in a thematically unified program of moody, atmospheric waltzes and ballads that mirror his own introspective nature.”
Bruce Gilman, Brazzil Magazine, California, USA

 

"Nem a chuva que desabou sobre Belo Horizonte na tarde da última quinta-feira, dia 10, inibiu os mineiros de assistir, na Sala Minas Gerais, ao penúltimo concerto da temporada 2015 da Filarmônica de Minas Gerais – também, o programa prometia: uma primeira audição mundial de André Mehmari, Shostakovich com Antonio Meneses, e Mahler, tudo sob a direção do regente titular Fabio Mechetti. E o público que lotou a sala não se arrependeu.O concerto iniciou-se com o Divertimento, de André Mehmari, obra encomendada pela Filarmônica de Minas Gerais. Em breves palavras antes da apresentação, o jovial e simpático compositor de 38 anos contou que a peça é formada de seções inspiradas nas diversas influências que permearam (e permeiam) sua trajetória, da música antiga à canção brasileira, do universo clássico ao popular. A obra, em movimento único, tem cerca de 18 minutos de duração e reflete toda a competência técnica do artesanato composicional de Mehmari – não restam dúvidas quanto ao brilhantismo deste jovem artista, seguramente um dos principais músicos surgidos no Brasil nos últimos 20 anos.A escrita sinfônica de Mehmari é inventiva e bem acabada, e os resultados sonoros são sempre muito bons. Com complexas passagens rítmicas, mas sempre fluente, o Divertimento não é de execução fácil, e representou um desafio mesmo para a excelente Filarmônica de Minas Gerais."


estreia da obra "Divertimento" de André Mehmari
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
regência, Fábio Mechetti
Cultura, educação e a cidade civilizada (13/12/2015)
Nelson Rubens Kunze, concerto.com.br

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