Carlos Prazeres

regente


"Prazeres mostrou ser uma fonte inesgotável de intensidade e precisão."
Pablo Bardin, Buenos Aires Herald, Junho de 2011
Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, Teatro Colón

Carlos Prazeres é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia, foi regente assistente da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) no Rio de Janeiro até 2012.

Tem dividido o palco com artistas como Ramón Vargas, Antonio Meneses, Heléne Grimaud, Rosana Lamosa, Ilya Kaler, Jean-Louis Steuerman, Fábio Zanon, Augustin Dumay, Wagner Tiso, Gilberto Gil, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, entre outros.

Como maestro convidado, Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, Sinfônica de Roma, Sinfonica Siciliana, Orquestra da Arena de Verona, OSESP, Orquestra Cherubini, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Buenos Aires do Teatro Colón, Filarmônica de Mendoza, Filarmônica de Montevideo, Filarmônica de Bogotá, Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda (Itália), Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica do Sergipe, OSUSP, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Teatro São Pedro (RS).

Prazeres estudou regência com I. Karabtchevsky, graduou-se em oboé na UNI-Rio e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan. Desempenhou as funções de oboista solista junto à Barock Orchester Berlim, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Crítica

"Prazeres provou ser uma fonte inesgotável de intensidade e precisão."
Teatro Colón, Filarmônica de Buenos Aires
Pablo Bardin, Buenos Aires Herald, Junho de 2011

 

"A orquestra mostrou suas virtudes atuais na Sinfonia nº 5 de S.Prokofiev, obra de extrema dificuldade para todos os naipes, apresentando uma versão exuberante e muito bem cuidada, em todos os detalhes, pelo maestro Carlos Prazeres, que é um músico altamente talentoso e, sem dúvida, um dos nomes mais importantes da nova geração de regentes no Brasil.(...) O BRAVO da coluna ao maestro Carlos Prazeres pelo sucesso do concerto."

Teatro Municipal do Rio de Janeiro, 2014
Orquestra Petrobras Sinfonica
Sol maior - Crítica 
Jornal do Brasil - Maria Luiza Nobre, julho de 2011

"...Regendo com elegância, Prazeres extraiu de seu grupo pianíssimos muito expressivos e delicados. (...) Loas à Opes por uma execução coesa, intensa e sem deslizes.(...) Em noite de tantas estrelas brilhantes, sobressaiu-se a delicadeza da regência de Carlos Prazeres – este também celebrando seu aniversário na data. Parabéns!"

Canções e Danças da Morte, Sinfonia #3 de Sibelius
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Fabiano Gonçalves, movimento.com 2015

"Conduzida com elegância e tranquilidade de veterano pelo maestro Carlos Prazeres, a excelente orquestra residente era formada por integrantes do Abstrai Ensemble."

A Ópera do Mambembe Encantado (Eli-Eri Moura)
Bienal de Ópera Atual, Rio de Janeiro
Fabiano Gonçalves, movimento.com 2016

(...) e Carlos Prazeres (por sua importante contribuição nas duas óperas da Bienal de Ópera Atual, no Rio de Janeiro)."

Leonardo Marques, movimento.com, dezembro de 2016

"O maestro Carlos Prazeres conduziu com grande sensibilidade."
Opera Medeia, Bienal de Opera Atual, Rio de Janeiro
Leonardo Marques, movimento.com, setembro de 2016

 

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